My Last Attempt
Manual do mano:

Mano não vai embora… vaza.

Mano não entende… se liga.

Mano não passeia… dá um rolê.

Mano nunca tá apaixonado… tá afim.

Mano não fala… troca ideia.

Mano não ouve música… curte um som.

Mano não faz algo legal… faz umas parada firmeza.

É, eu só lamento, sabe? Lamento ter visto muita coisa numa pessoa que não viu nada em mim.
Tati Bernardi.  (via romantizar)
As aulas re-começam. Seus animes atrasam.

AZAR NO AMOR E SORTE NO AZAR.
Não há como não pensar em você, em nós, sem se lembrar daqueles amores clichês… aqueles bem clichês sabe? Que são muito fofos para alguns, mas que para outros nem tanto. Cheio de nhenhenhens, promessas ao falar no telefone, beijinhos sentados à sombra de uma árvore no parque. Não há como não pensar em você sem querer ser o motivo dos seus sorrisos ou até mesmo das tuas lágrimas de felicidade. Não há como não pensar em você sem lembrar de todos os momentos que passamos. Nem de todos os momentos que ainda quero viver com você. Não há como não pensar em você sem lembrar de todos os apelidos idiotas. Sem lembrar dos ciumes, das brigas bobas, das risadas, dos carinhos. Sabe, não há como não pensar em nós sem querer estar contigo daqui a 10, 20, 30 anos. Sem querer que isso que temos agora dure para o tão famoso “pra sempre”. Não há como não pensar em nós sem querer me entregar totalmente, mas com um pouco de receio, medo talvez, de sofrer novamente. Não há como não suspirar, viajar, quando você me dá aquele sorriso lindo e diz que eu sou o seu “mô”. Não há como não ouvir aquela sua música, ou banda preferida, e não lembrar de você cantando, meio desafinada, mas cantando. Não há como não pensar em você, sem ter aquele super medo de te perder. Sem ter o medo de te ver nos braços de um outro alguém. O nosso amor também é bem clichê e é por isso que me faz tão bem.
Não há como não pensar em você… sei lá, só isso. Dan, v-adio  (via cindereladesalto)